Estatísticas (Sevilha) |
Área: 14.001 km2 População (pode ser uma estimativa): 1.811.177 (2005) |
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A romântica Sevilha deslumbra o visitante mas também o atormenta com o calor tórrido de Verão; contudo, a cidade é sempre irresistível.
Monumentos imponentes e orgulhosos, como a Catedral e La Giralda (uma das maiores igrejas do mundo, construída no local de uma mesquita da qual resta o minarete, perfeita torre mourisca de 90 metros erguida entre 1184 e 1198), o Alcazar (magnífico palácio-fortaleza criado por monarcas cristãos e muçulmanos, nomeadamente o grande Pedro I, 1350-69), ou o Arquivo das Índias (construído entre 1584-98 e que ilustra a descoberta e colonização espanhola do Novo Mundo), todos declarados Património da Humanidade, são apenas alguns exemplos das jóias da capital da Andaluzia.
O seu encanto também reside nas alegres praças, labirintos de ruelas brancas, pequenos pátios floridos e refrescantes jardins e parques.
A alma do flamengo e das touradas pulsa nesta cidade de estilo e atmosfera muito próprios, que tem ainda para oferecer as vibrantes festas da Semana Santa (a mais famosa e teatral de Espanha) ou da Feira de Abril, uma vida nocturna animada, excelentes lojas e, naturalmente, sendo uma das capitais das tapas, o espectáculo de multidões alegres que percorrem as ruas a partir do fim da tarde e petiscam de bar em bar, dos milhares que Sevilha possui.
A cidade é tão absorvente que o resto da província parece não oferecer grandes motivações ao visitante, mas vale a pena conhecer Carmona, a 38 quilómetros, cidade fundada no século VIII, com uma imponente Puerta de Sevilla nas muralhas mouriscas e o que resta de um cemitério romano na Necrópolis Romana.
Muito perto de Sevilha, Itálica foi uma das primeiras cidades romanas de Espanha e possui ainda as ruínas de um enorme anfiteatro e dos banhos públicos, e magníficos mosaicos.
Perto dos limites da província, Osuna tem belos edifícios dos séculos XVI e XVII, nomeadamente a Colegiata de Santa María, uma grande igreja de retábulo barroco e pinturas de José de Ribera (século XVII).
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